terça-feira, 27 de outubro de 2009

AMOR DISTANTE

Um casal de namorados que há pouco tempo se conheceram, estavam começando a se gostar, mas havia intervenção dos pais dela, pelo fato dele ser um soldado e que a guerra estava prestes a chegar e assim ele iria partir. Os pais dela não o aceitaram, pois ele iria deixá-la e nunca mais voltaria, deixando o coração de sua filha partido.


Isso não os impediu de se amarem.



Certa noite, ele disse a ela que estava breve a ida para a guerra, mas que iria voltar, pois ela é a mulher da vida dele. Então se amaram toda a noite, como se fosse o último reencontro de suas vidas.



Ele então partiu, deixando-a como seus pais pressentiam, mas ela manteu-se forte e a sua espera.



Passaram-se anos, eles não esqueceram-se, mesmo na distância em que permanenciam. Ele mandava cartas com frequência, mas muitas vezes não chegavam a suas mãos. Seus pais arrumaram-lhe um marido, ela casou-se, mesmo sabendo que aquele amor não iria sair de seu peito, um amor interminável por outro homem que não era seu marido. Era infeliz em sua vida, em seu casamento, por isso não teve filhos.



Os anos se passaram, a guerra então acabou, mas o amor por aquela mulher, só aumentava, mesmo com a distância em que permaneciam. Ele voltou e a encontrou casada, decepcionou-se, porém sem saber da infelicidade em que ela encontrava-se.



Ela soube de sua volta, eles se encontraram e perceberam que mesmo com a distância que passaram, o amor prevaleceu. Se amaram e nunca mais separaram-se.


Luana Chagas 2º A

terça-feira, 13 de outubro de 2009

CONTO: NOITE DE ALMIRANTE

DEOLINDO VENTA-GRANDE (era uma alcunha de bordo) saiu ao Arsenal de Marinha e enfiou pela Rua de Bragança. Batiam três horas da tarde. Era a fina flor dos marujos e, demais, levava um grande ar de felicidade nos olhos. A corveta dele voltou de uma longa viagem de instrução, e Deolindo veio à terra tão depressa alcançou licença. Os companheiros disseram-lhe, rindo:
- Ah! Venta-Grande! Que noite de almirante vai você passar! ceia, viola e os braços de Genoveva. Colozinho de Genoveva...
Deolindo sorriu. Era assim mesmo, uma noite de almirante, como eles dizem, uma dessas grandes noites de almirante que o esperava em terra. Começara a paixão três meses antes de sair a corveta. Chamava-se Genoveva, caboclinha de vinte anos, esperta, olho negro e atrevido. Encontraram-se em casa de terceiro e ficaram morrendo um pelo outro, a tal ponto que estiveram prestes a dar uma cabeçada, ele deixaria o serviço e ela o acompanharia para a vila mais recôndita do interior.
A velha Inácia, que morava com ela, dissuadiu-os disso; Deolindo não teve remédio senão seguir em viagem de instrução. Eram oito ou dez meses de ausência. Como fiança recíproca, entenderam dever fazer um juramento de fidelidade.
- Juro por Deus que está no céu. E você?
- Eu também.
- Diz direito.
- Juro por Deus que está no céu; a luz me falte na hora da morte.
Estava celebrado o contrato. Não havia descrer da sinceridade de ambos; ela chorava doudamente, ele mordia o beiço para dissimular. Afinal separaram-se, Genoveva foi ver sair a corveta e voltou para casa com um tal aperto no coração que parecia que "lhe ia dar uma cousa". Não lhe deu nada, felizmente; os dias foram passando, as semanas, os meses, dez meses, ao cabo dos quais, a corveta tornou e Deolindo com ela.
Lá vai ele agora, pela rua de Bragança, Prainha e Saúde, até ao princípio da Gamboa, onde mora Genoveva. A casa é uma rotulazinha escura, portal rachado do sol, passando o Cemitério dos Ingleses; lá deve estar Genoveva, debruçada à janela, esperando por ele. Deolindo prepara uma palavra que lhe diga. Já formulou esta: "Jurei e cumpri", mas procura outra melhor. Ao mesmo tempo lembra as mulheres que viu por esse mundo de Cristo, italianas, marselhesas ou turcas, muitas delas bonitas, ou que lhe pareciam tais. Concorda que nem todas seriam para os beiços dele, mas algumas eram, e nem por isso fez caso de nenhuma. Só pensava em Genoveva. A mesma casinha dela, tão pequenina, e a mobília de pé quebrado, tudo velho e pouco, isso mesmo lhe lembrava diante dos palácios de outras terras. Foi à custa de muita economia que comprou em Trieste um par de brincos, que leva agora no bolso com algumas bugigangas. E ela que lhe guardaria? Pode ser que um lenço marcado com o nome dele e uma âncora na ponta, porque ela sabia marcar muito bem. Nisto chegou à Gamboa, passou o cemitério e deu com a casa fechada. Bateu, falou-lhe uma voz conhecida, a da velha Inácia, que veio abrir-lhe a porta com grandes exclamações de prazer. Deolindo, impaciente, perguntou por Genoveva.
- Não me fale nessa maluca, arremeteu a velha. Estou bem satisfeita com o conselho que lhe dei. Olhe lá se fugisse. Estava agora como o lindo amor.
- Mas que foi? que foi?
A velha disse-lhe que descansasse, que não era nada, uma dessas cousas que aparecem na vida; não valia a pena zangar-se. Genoveva andava com a cabeça virada...
- Mas virada por quê?
- Está com um mascate, José Diogo. Conheceu José Diogo, mascate de fazendas? Está com ele. Não imagina a paixão que eles têm um pelo outro. Ela então anda maluca. Foi o motivo da nossa briga. José Diogo não me saía da porta; eram conversas e mais conversas, até que eu um dia disse que não queria a minha casa difamada. Ah! meu pai do céu! foi um dia de juízo. Genoveva investiu para mim com uns olhos deste tamanho, dizendo que nunca difamou ninguém e não precisava de esmolas. Que esmolas, Genoveva? O que digo é que não quero esses cochichos à porta, desde as ave-marias... Dous dias depois estava mudada e brigada comigo.
- Onde mora ela?
- Na praia Formosa, antes de chegar à pedreira, uma rótula pintada de novo.
Deolindo não quis ouvir mais nada. A velha Inácia, um tanto arrependida, ainda lhe deu avisos de prudência, mas ele não os escutou e foi andando. Deixo de notar o que pensou em todo o caminho; não pensou nada. As idéias marinhavam-lhe no cérebro, como em hora de temporal, no meio de uma confusão de ventos e apitos. Entre elas rutilou a faca de bordo, ensangüentada e vingadora. Tinha passado a Gamboa, o Saco do Alferes, entrara na praia Formosa. Não sabia o número de casa, mas era perto da pedreira, pintada de novo, e com auxílio da vizinhança poderia achá-la. Não contou com o acaso que pegou de Genoveva e fê-la sentar à janela, cosendo, no momento em que Deolindo ia passando. Ele conheceu-a e parou; ela, vendo o vulto de um homem, levantou os olhos e deu com o marujo.
- Que é isso? exclamou espantada. Quando chegou? Entre, seu Deolindo.
E, levantando-se, abriu a rótula e fê-lo entrar. Qualquer outro homem ficaria alvoroçado de esperanças, tão francas eram as maneiras da rapariga; podia ser que a velha se enganasse ou mentisse; podia ser mesmo que a cantiga do mascate estivesse acabada. Tudo isso lhe passou pela cabeça, sem a forma precisa do raciocínio ou da reflexão, mas em tumulto e rápido. Genoveva deixou a porta aberta: fê-lo sentar-se, pediu-lhe notícias da viagem e achou-o mais gordo; nenhuma comoção nem intimidade. Deolindo perdeu a última esperança. Em falta de faca, bastavam-lhe as mãos para estrangular Genoveva, que era um pedacinho de gente, e durante os primeiros minutos não pensou em outra cousa.
- Sei tudo, disse ele.
- Quem lhe contou?
Deolindo levantou os ombros.
- Fosse quem fosse, tornou ela, disseram-lhe que eu gostava muito de um moço?
- Disseram.
- Disseram a verdade.
Deolindo chegou a ter um ímpeto; ela fê-lo parar só com a ação dos olhos. Em seguida disse que, se lhe abrira a porta, é porque contava que era homem de juízo. Contou-lhe então tudo, as saudades que curtira, as propostas do mascate, as suas recusas, até que um dia, sem saber como, amanhecera gostando dele.
- Pode crer que pensei muito e muito em você. Sinhá Inácia que lhe diga se não chorei muito... Mas o coração mudou... Mudou... Conto-lhe tudo isto, como se estivesse diante do padre, concluiu sorrindo.
Não sorria de escárnio. A expressão das palavras é que era uma mescla de candura e cinismo, de insolência e simplicidade, que desisto de definir melhor. Creio até que insolência e cinismo são mal aplicados. Genoveva não se defendia de um erro ou de um perjúrio; não se defendia de nada; faltava-lhe o padrão moral das ações. O que dizia, em resumo, é que era melhor não ter mudado, dava-se bem com a afeição do Deolindo, a prova é que quis fugir com ele; mas, uma vez que o mascate venceu o marujo, a razão era do mascate, e cumpria declará-lo. Que vos parece? O pobre marujo citava o juramento de despedida, como uma obrigação eterna, diante da qual consentira em não fugir e embarcar: "Juro por Deus que está no céu; a luz me falte na hora da morte". Se embarcou, foi porque ela lhe jurou isso. Com essas palavras é que andou, viajou, esperou e tornou; foram elas que lhe deram a força de viver. Juro por Deus que está no céu; a luz me falte na hora da morte...
- Pois, sim, Deolindo, era verdade. Quando jurei, era verdade. Tanto era verdade que eu queria fugir com você para o sertão. Só Deus sabe se era verdade! Mas vieram outras cousas... Veio este moço e eu comecei a gostar dele...
- Mas a gente jura é para isso mesmo; é para não gostar de mais ninguém...
- Deixa disso, Deolindo. Então você só se lembrou de mim? Deixa de partes...
- A que horas volta José Diogo?
- Não volta hoje.
- Não?
- Não volta; está lá para os lados de Guaratiba com a caixa; deve voltar sexta-feira ou sábado... E por que é que você quer saber? Que mal lhe fez ele?
Pode ser que qualquer outra mulher tivesse igual palavra; poucas lhe dariam uma expressão tão cândida, não de propósito, mas involuntariamente. Vede que estamos aqui muito próximos da natureza. Que mal lhe fez ele? Que mal lhe fez esta pedra que caiu de cima? Qualquer mestre de física lhe explicaria a queda das pedras. Deolindo declarou, com um gesto de desespero, que queria matá-lo. Genoveva olhou para ele com desprezo, sorriu de leve e deu um muxoxo; e, como ele lhe falasse de ingratidão e perjúrio, não pôde disfarçar o pasmo. Que perjúrio? Que ingratidão? Já lhe tinha dito e repetia que quando jurou era verdade. Nossa Senhora, que ali estava, em cima da cômoda, sabia se era verdade ou não. Era assim que lhe pagava o que padeceu? E ele que tanto enchia a boca de fidelidade, tinha-se lembrado dela por onde andou?
A resposta dele foi meter a mão no bolso e tirar o pacote que lhe trazia. Ela abriu-o, aventou as bugigangas, uma por uma, e por fim deu com os brincos. Não eram nem poderiam ser ricos; eram mesmo de mau gosto, mas faziam uma vista de todos os diabos. Genoveva pegou deles, contente, deslumbrada, mirou-os por um lado e outro, perto e longe dos olhos, e afinal enfiou-os nas orelhas; depois foi ao espelho de pataca, suspenso na parede, entre a janela e a rótula, para ver o efeito que lhe faziam. Recuou, aproximou-se, voltou a cabeça da direita para a esquerda e da esquerda para a direita.
- Sim, senhor, muito bonito, disse ela, fazendo uma grande mesura de agradecimento. Onde é que comprou?
Creio que ele não respondeu nada, nem teria tempo para isso, porque ela disparou mais duas ou três perguntas, uma atrás da outra, tão confusa estava de receber um mimo a troco de um esquecimento. Confusão de cinco ou quatro minutos; pode ser que dous. Não tardou que tirasse os brincos, e os contemplasse e pusesse na caixinha em cima da mesa redonda que estava no meio da sala. Ele pela sua parte começou a crer que, assim como a perdeu, estando ausente, assim o outro, ausente, podia também perdê-la; e, provavelmente, ela não lhe jurara nada.
- Brincando, brincando, é noite, disse Genoveva.
Com efeito, a noite ia caindo rapidamente. Já não podiam ver o Hospital dos Lázaros e mal distinguiam a ilha dos Melões; as mesmas lanchas e canoas, postas em seco, defronte da casa, confundiram-se com a terra e o lodo da praia. Genoveva acendeu uma vela. Depois foi sentar-se na soleira da porta e pediu-lhe que contasse alguma cousa das terras por onde andara. Deolindo recusou a princípio; disse que se ia embora, levantou-se e deu alguns passos na sala. Mas o demônio da esperança mordia e babujava o coração do pobre diabo, e ele voltou a sentar-se, para dizer duas ou três anedotas de bordo. Genoveva escutava com atenção. Interrompidos por uma mulher da vizinhança, que ali veio, Genoveva fê-la sentar-se também para ouvir "as bonitas histórias que o Sr. Deolindo estava contando". Não houve outra apresentação. A grande dama que prolonga a vigília para concluir a leitura de um livro ou de um capítulo, não vive mais intimamente a vida dos personagens do que a antiga amante do marujo vivia as cenas que ele ia contando, tão livremente interessada e presa, como se entre ambos não houvesse mais que uma narração de episódios. Que importa à grande dama o autor do livro? Que importava a esta rapariga o contador dos episódios?
A esperança, entretanto, começava a desampará-lo e ele levantou-se definitivamente para sair. Genoveva não quis deixá-lo sair antes que a amiga visse os brincos, e foi mostrar-lhos com grandes encarecimentos. A outra ficou encantada, elogiou-os muito, perguntou se os comprara em França e pediu a Genoveva que os pusesse.
- Realmente, são muito bonitos.
Quero crer que o próprio marujo concordou com essa opinião. Gostou de os ver, achou que pareciam feitos para ela e, durante alguns segundos, saboreou o prazer exclusivo e superfino de haver dado um bom presente; mas foram só alguns segundos.
Como ele se despedisse, Genoveva acompanhou-o até à porta para lhe agradecer ainda uma vez o mimo, e provavelmente dizer-lhe algumas cousas meigas e inúteis. A amiga, que deixara ficar na sala, apenas lhe ouviu esta palavra: "Deixa disso, Deolindo"; e esta outra do marinheiro: "Você verá." Não pôde ouvir o resto, que não passou de um sussurro.
Deolindo seguiu, praia fora, cabisbaixo e lento, não já o rapaz impetuoso da tarde, mas com um ar velho e triste, ou, para usar outra metáfora de marujo, como um homem "que vai do meio caminho para terra". Genoveva entrou logo depois, alegre e barulhenta. Contou à outra a anedota dos seus amores marítimos, gabou muito o gênio do Deolindo e os seus bonitos modos; a amiga declarou achá-lo grandemente simpático.
- Muito bom rapaz, insistiu Genoveva. Sabe o que ele me disse agora?
- Que foi?
- Que vai matar-se.
- Jesus!
- Qual o quê! Não se mata, não. Deolindo é assim mesmo; diz as cousas, mas não faz. Você verá que não se mata. Coitado, são ciúmes. Mas os brincos são muito engraçados.
- Eu aqui ainda não vi destes.
- Nem eu, concordou Genoveva, examinando-os à luz. Depois guardou-os e convidou a outra a coser. - Vamos coser um bocadinho, quero acabar o meu corpinho azul...
A verdade é que o marinheiro não se matou. No dia seguinte, alguns dos companheiros bateram-lhe no ombro, cumprimentando-o pela noite de almirante, e pediram-lhe notícias de Genoveva, se estava mais bonita, se chorara muito na ausência, etc. Ele respondia a tudo com um sorriso satisfeito e discreto, um sorriso de pessoa que viveu uma grande noite. Parece que teve vergonha da realidade e preferiu mentir.
MACHADO DE ASSIS

QUEM CONTA UM CONTO




Um conto é uma narrativa curta. Não faz rodeios: vai direto ao assunto.
No conto tudo importa: cada palavra é uma pista. Em uma descrição, as informações são valiosas; cada adjetivo é insubstituível; cada vírgula, cada ponto, cada espaço __ tudo está cheio de significado.
Já se disse que o conto está para o romance assim como a fotografia está para o cinema: tanto o contista quanto o fotógrafo devem selecionar uma situação e tentar extrair dela o máximo. Escritores, estudiosos e amantes da literatura em geral vêm tentando há muito tempo definir o que é, afinal o conto __ mas esse debate, pelo jeito, está longe de acabar...
Enquanto isso, os contos vão sendo escritos. no Brasil tem uma lista extensa de grandes contistas:

* Mário de Andrade
* Murilo Rubião
* Guimarães Rosa
* Rubem Braga
* Clarice Lispector
* Dalton Trevisan
* Otto Lara Rezende
* E inúmeros outros[...].


(In: Antônio de Alcântara Machado et alii. De- conto em conto. São Paulo: Ática, 2003,p.103.)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

CARACTERÍSTICAS DO CONTO



Há algumas características que podem nos ajudar a identificar ou até mesmo a produzir um conto:

- É uma narrativa linear e curta, tanto em extensão quanto no tempo em que se passa.
- A linguagem é simples e direta, não se utiliza de muitas figuras de linguagem ou de expressões com pluralidade de sentidos.
- Todas as ações se encaminham diretamente para o desfecho.
- Envolve poucas personagens, e as que existem se movimentam em torno de uma única ação.
- As ações se passam em um só espaço, constituem um só eixo temático e um só conflito.
- A habilidade com as palavras é muito importante, principalmente para se utilizar de alusões ou sugestões, frequentemente presentes nesse tipo de texto.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O LIVRO FELICIDADE CLANDESTINA



Publicado pela primeira vez em 1971, Felicidade Clandestina é um livro que reúne 25 contos da escritora brasileira Clarice Lispector - alguns já publicados anteriormente - sendo também o título do primeiro conto.
Os contos abordam assuntos como infância, adolescência e família, sem deixar de abordar as angústias da alma. Como é comum nas obras de Clarice Lispector, a descrição dos ambientes, das personagens e o enredo perdem a importância para a revelação profunda dos personagens (epifania).

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

CONTO DE CLARICE LISPECTOR



Felicidade Clandestina


Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com sua letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.
Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingan­ça, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de ca­belos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me subme­tia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía as Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.Era um livro grosso, meu Deus, era um livro pra se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.No dia seguinte fui à sua casa, literalmente cor­rendo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era meu modo estranho de andar pelas ruas do Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nem uma vez.
Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranqüilo e diabólico. No dia seguinte, lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do “dia seguinte” com ela ia se repetir com meu coração batendo. E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefini­do, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivi­nhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mes­mo, às vezes eu aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas, houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A se­nhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sem­pre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só pra depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.
Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante.


[em Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector]



Estudo do texto



1.
Qual o nome do livro desejado pela personage
m principal ?


2.
Em qual pessoa a história é narrada? Retire um trecho do texto que comprove isso.



3.
Esse texto pode ser considerado autobiográfico? Por quê?



4.
Explique o porquê do título: Felicidade Clandestina.



5.
Comente a frase: "Fingia que não o tinha. Só pra depois ter o susto de o ter."



6.
Você já teve algum objeto de desejo, algo que queria muito e que
alguém conhecido o tivesse? Descreva o que deseja
va.







quarta-feira, 29 de julho de 2009

PRODUZINDO A MESA-REDONDA

Confira as fotos da MESA-REDONDA produzida pelos alunos do 2ºs anos "A" e "B" do Ensino Médio...




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TEXTOS PRODUZIDOS


ONG: um caminho para a cidadania




No mundo, são criadas várias organizações, uma delas é a ONG(Organização Não-Governamental). É uma sociedade civil sem fins lucrativos, teoricamente sem vínculos com governos, partidos políticos, religiões ou nacionalidades, que se empenha na defesa de alguma causa, por exemplo, saúde pública, educação, meio ambiente, etc.
Cabe à ONG protestar, organizar a sociedade, apresentar propostas, pressionar o governo e até associar-se a ele na execução do projeto. Mas por outro lado, o Estado teria a responsabilidade de "colocar a mão na massa". Isso significa que o poder das ONGs é limitado, ou seja, elas não têm muita autoridade política e nem dinheiro para organizar um projeto maior com bastantes gastos.
No entanto, as ONGs são ferramentas que a população tem para participar da sociedade. Hoje, quem está insatisfeito com alguma coisa, pode entrar para uma ONG. Lá encontrará pessoas unidas por uma causa comum, lutando por ideais que consideram relevantes.
A ONG pode ser também como uma chance de explorar um novo mercado, o chamado terceiro setor. As oportunidades desse setor não aparecem nos anúncios dos jornais ou empresas de colocação profissional. Eventualmente, algumas vagas são divulgadas nos sites de segmento, na hora da contratação, nem sempre se exige experiência anterior, porém um curso ou trabalho voluntário na área somam pontos positivos.


Autores:

Maria Heluiza de Carvalho
Débora Mônica do Nascimento Trindade
Elaine Andrade dos Santos
Laura Fernanda
Jéssica Matos Carvalho
2º A




O papel das verdadeiras ONGs



As ONGs correspondem a organizações não-governamentais. São tão amplas que abrangem quaisquer organizações de natureza não-estatal.
Elas servem para ajudar pessoas carentes, portadores de necessidades especiais, viciados e outros. Lutam também pelo meio ambiente, como é o caso da S.O.S. Mata Atlântica, que combate o desastre ecológico.
Essas entidades são constituídas pela vontade autônoma de mulheres e homens que se reúnem com a finalidade de defender objetivos comuns de forma não-lucrativa. Por causa delas já se conseguiu tirar muitas crianças e adolescentes das ruas , das drogas , da prostituição...
No Brasil, há muitas ONGs envolvendo projetos nas áreas social, ambiental e cultural. Promovem cursos especializados, serviços de assistência social, odontologia, neuropediatria, terapia ocupacional, acompanhamento psicológico e aulas de fonoaudiologia.
Também têm aquelas pessoas que só querem saber dos lucros. Que não ligam para os projetos, empregam mal o dinheiro causando um grande prejuízo às pessoas que necessitam de ajuda.
Muitas ONGs começam bem, mas infelizmente, acabam por desviar-se do seu real objetivo. A luta por nobres motivos acaba sendo deteriorada por propósitos obscuros e pela falta de tansparência na administração destes órgãos.
Contudo, as que cumprem com o seu papel mesmo e que não pensam em fins lucrativos estão sempre prontas para ajudar, afinal, esse é o lema das verdadeiras ONGs.


Autores:
Cleidiane
Edilma
Jaiuanne
Juliana
Windles
2º B





A MESA-REDONDA, UM GÊNERO A MAIS



O que é uma mesa-redonda?



Como o debate regrado público, a mesa-redonda é um gênero oral e dela participam pessoas preparadas para discutir um assunto de interesse no momento . Uma pessoa __o moderador __ abre o evento, apresentando o tema a ser desenvolvido e as pessoas convidadas para expor. Depois, cada um dos convidados lê um texto previamente preparado ou fala sobre o tema. Em seguida, os expositores geralmente confrontam suas ideias e, na sequência , o público participa, dirigindo perguntas a eles.

PRODUZINDO O CARTAZ


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O CARTAZ

O cartaz é um gênero textual que serve para informar ou convencer as pessoas a respeito de um assunto.
Geralmente apresenta texto verbal e margem e, às vezes, o título. O texto verbal costuma ser curto e em linguagem simples e direta, geralmente na variedade padrão. A empresa ou entidade responsável pela mensagem veiculada é identificada por seu nome e/ ou por meio de um logotipo.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

UMA PESSOA DE BEM COM A VIDA


A primeira impressão que se tem dessa pessoa é que ela é muito alegre, muito amiga, conversa com todo mundo, bastante estudiosa.

É magra, meio alta, cabelos cacheados, olhos muito pequenos, parecendo japonesa. É muito carinhosa, meiga, educada, espontânea, extrovertida.

Essa pessoa se resume que é muito educada, meio calada, ela não se acha, só que tem suas próprias qualidades para ninguém colocar defeito.

É uma verdadeira amiga , que nunca vou esquecer para o resto da minha vida. Ela é uma pessoa muito dedicada a sua beleza. Que siga seu caminho e vença seus obstáculos!


Mariana da Silva Chagas (2ºB)

AMIGA ADORÁVEL


A primeira impressão que veio na mente sobre essa pessoa que descrevi foi que ela é uma super amiga.

É morena clara ,tem o corpo definido,tem cabelos tamanho médio,com algumas mechas,tem olhos claros tipo cor de mel.

Uma menina inteligente,educada,carinhosa,meiga,generosa é uma menina super decidida ,é alegre e sabe ser amiga em todas as horas que se é preciso.

Enfim,ela é uma amiga que todo mundo gostariam de ter. Mas para se ter a amizade dela é preciso que goste de fazer amizades como ela gosta.

Eu adoro a amizade dela...................

Aniglésia de Jesus Souza Série:2°B

UMA EXCELENTE PESSOA


Digna de um grande respeito e bastante honesta e ingênua, transmite para todos que com ela convivem uma extrema alegria e uma invejável capacidade de auto estima.

È baixa, magra de cor parda, cabelos pretos e médios, olhos castanhos, um olhar meigo, que transmite alegria e confiança, nariz pequeno, lábios finos e rosto arredondado, passa um perfil de uma pessoa bacana.

Com características de uma pessoa meiga, dengosa e doce, oferece as pessoas uma auto estima excepcionalmente especial.

Pessoa muito especial que ficará marcada para sempre em nossas vidas.


Franciele Pereira 2°”A

QUASE UMA IRMÃ

À primeira vista, é apenas uma menina com ar de quem ainda não entendeu os vários sentidos da vida, Apenas uma menina, como tantas outras na sua idade.
Seus cabelos castanhos escuros causava imenso contraste com a pele branca. Eram cacheados e compridos até uma altura um pouco além da cintura. Tinha olhos cativantes, que falavam por si só quando estava calada.
Talvez a característica mais marcante que possuía fosse a sua genialidade. Embora possuísse grande inconstância entre o seu interior e exterior, mostrava-se alegre, mas poderia ser triste, assim como a maioria das pessoas, onde os maiores segredos se escondem dentro da alma.
Verdadeira amiga, quase uma irmã. Um exemplo, de vez em quando, a ser seguido.

Milena Menezes 2º "A"

PESSOA INCOMPARÁVEL



A primeira inpressão parece ser uma pessoa séria, responsável, alegre com a vida .

Ele é alto ,moreno,cabelos e olhos negros,nariz com o formato de acerola, orelhas medianas, lábios bem definidos, sexy, braços fortes ,costas largas e pernas finas.

Tem um senso de humor incrível,é simpático .Gosta de brincar com todos, e muito inteligente,apesar de todas as brincadeiras sabe o momento certo de cada coisa .

É um excelente amigo ,apesar de ter uma personalidade forte é muito sensível.

É uma pessoa incrível, e conquista todos ao seu redor, pois com sua alegria e vontade de ser feliz ,acaba contagiando a todos.


ALUNA : Josefa Deyse

Série: 2 ano ''A''

MEU AMIGO?

Qualquer pessoa que o conhece jamais irá resistir ao seu bom humor,pois não tem problema no mundo que tire a sua alegria e aquele sorriso incrível do seu rosto.
Apesar de ser uma pessoa alta e magra,tem um corpo bem definido .É um moreno de cabelos lisos e preto e olhos castanhos de rosto agradável, lábios que não demonstram exagero, tem uma voz grossa e marcante, uma pessoa que ninguém consegue botar defeito.
Sua maior virtude,sem dúvida é a alegria e seu bom humor,apesar de ter toda essa alegria é também muito calmo,e também um amigo pra tudo, principalmente, para conversar, pois lhe entende como ninguém.
Com todas essas características duvido que tenha alguém que não o admire, pois ele faz tudo para ver todos rindo dele e com ele.


Fernanda 2”A”.

MINHA FAVORITA


Essa pessoa é muito divertida, para começar a falar dessa pessoa devemos saber o quanto ela nos passa alegria o tempo todo.

Ela é uma pessoa que tem as suas próprias opiniões e que mesmo com os problemas não se deixa desanimar, isto é, tem uma personalidade muito difícil de se encontrar em uma pessoa. Ela tem cabelos pretos, olhos castanhos, pele branca, cabelos cacheados e é baixa.

É uma pessoa jovial, ela quando não vem para a escola parece que o dia estar triste.

Ela tem auto estima lá em cima não se importa com as bobagens que os outros falam, é uma pessoa boa. Portanto, espero que Deus conserve sempre o jeito dela, porque ela é muito especial.


Elaine Andrade 2° A

domingo, 17 de maio de 2009

MODELO DE TEXTO DESCRITIVO





Tancredo: o político da esperança



Qualquer
pessoa que o visse, quer pessoalmente ou através dos meios de comunicação, era logo levada a sentir que dele emanava uma serenidade e autoconfiança próprias daqueles que vivem com sabedoria e dignidade.
De baixa estatura, magro, calvo, tinha a idade de um pai que cada pessoa gostaria de ter e de quem a nação tanto precisava naquele momento de desam­paro. Seus olhos oblíquos e castanhos transmitiam confiança. O nariz leve­mente arrebitado e os lábios finos, em meio ao rosto arredondado, traçavam o perfil de alguém que sentíamos ter conhecido durante a vida inteira.
Sua
voz era doce e ao mesmo tempo dura. Falava e vestia-se como um estadista. Era um estadista.
Sua característica mais marcante foi, sem dúvida, a ponderação na análise dos problemas políticos e socioeconômicos. Respeitado em todo o mundo pela condição de líder preocupado com o destino das futuras gerações, de conhece­dor profundo das questões deste país, colocava sempre o espírito comunitário acima dos interesses individuais. Seu grande sonho foi provavelmente o de pôr roda a sua capacidade a serviço da nação brasileira, tão ameaça. da pelas ad­versidades econômicas e tão abandonada, como sempre fora, por aqueles que se diziam seus representantes.
Verdadeiro exemplo de homem público ficará para sempre na memória dos seus contemporâneos e no registro histérico dos grandes vultos nacionais.


(Texto extraído do livro Técnicas Básicas de Redação de Branca Granatic)

A DESCRIÇÃO DE PESSOA OU A TÉCNICA DO RETRATO



Descrever uma pessoa não é tão simples quanto parece. Vários fatores precisam ser levados em conta quando nos dispomos a fazê-lo. Entretanto, todo o conjunto de elementos que compõem o perfil de um ser humano pode ser dividido basicamente em dois grupos: o das características físicas e o das psicológicas.

Entendemos por características físicas a aparência externa, isto é tudo o que pode ser observado externamente quando analisamos alguém:a altura, o peso, a cor da pele, a idade,os cabelos, os traços do rosto, a voz e o modo de se vestir(que , evidentemente, não é componente físico de alguém, mas é um aspecto exterior).

Por outro lado, entendemos por características psicológicas tudo o que se associa ao comportamento da a pessoa, ou seja, a personalidade, o temperamento, o caráter, as preferências(referente a certas atividades esportivas ou artísticas), as inclinações( aptidões para determinadas tarefas), a postura em relação a si mesmo e aos outros e os objetivos(metas profissionais ou pessoais a serem alcançadas no futuro)É , enfim, aquilo que caracteriza seu modo de agir ou ser.

Uma boa descrição deve levar em conta se não todos, pelo menos a maioria dos aspectos físicos e também dos psicológicos. Devemos optar por aqueles que mais nos impressionam e mais fielmente pode fornecer um retrato da pessoa, de modo que o leitor do texto possa visualizá-la ou reconhecê-la.

ESQUEMA DE DESCRIÇÃO DE PESSOAS

1º parágrafo/ Introdução

PRIMEIRA IMPRESSÃO ou abordagem de qualquer aspecto de caráter geral.

2º parágrafo/Desenvolvimento
*altura
*peso
*cor da pele
*idade
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS *cabelos
*traços do rosto -olhos
*voz -nariz
*vestimenta -boca
3º parágrafo/ Desenvolvimento

*personalidade
*temperamento
*caráter
CARACTERÍSTICAS *inclinações
PSICOLÓGICAS *postura
*objetivos

4º parágrafo/ Conclusão

RETOMADA de qualquer outro aspecto de caráter GERAL

sábado, 16 de maio de 2009

O TEXTO DESCRITIVO



O que é?
É o tipo de texto que
representa o “retrato verbal”de pessoas, objetos, cenas ou ambientes.


O que é descrito?
É chamado de tema-núcleo. Pode ser um objeto, um ser animado ou
inanimado ou um processo.

Quem descreve?
É o observador.

Tipos de descrição?

*Descrição objetiva
é aquela que o observador apresenta de
forma prática e impessoal o tema-núcleo.

*Descrição subjetiva
é quando o observador apresenta o
tema-núcleo de maneira mais pessoal, relacionando-o à sua
experiência.

terça-feira, 12 de maio de 2009

UM GRANDE AMIGO

Qualquer pessoa que o vê pessoalmente vai pensar que ele é um garoto tímido e bem na dele, mas com o tempo o perceberá extrovertido e bem legal.
Tem uma estatura média, cabelo curto, preto, olhos castanhos. É uma pessoa bastante inteligente, amigo, alegre.
Um amigo como ninguém uma pessoa especial e que é capaz de conquistar a confiança e a amizade de alguém com pouco tempo de convivência.

Josefa Patrícia Jesus dos Santos
2B

AMIGA ADORÁVEL

Observando e analisando seu jeito tive a impressão que nunca iria si tornar uma das minhas melhores amigas. Achei que não fosse uma pessoa de confiança.
Tem olhos azuis,pele clara,e cabelos loiros,ou seja nos amigas a chamamos de galega,mas não e uma galega qualquer e uma galega ousada.
E uma amiga adorável,prestativa,inteligente,meiga,extrovertida, e admito que é ousada.
Mas o que mais chama atenção nela é a alegria,entusiasmo que tem é um pouco da loucura que dá coragem para enfrentar tudo que surgi na sua vida.
Por isso ,admiro muito a personalidade que ela tem e o jeito meio louco de levar a vida descontaindo a todos e a si mesmo.
Enfim,é uma amiga adorável que o tempo não poderá acabar com nossa amizade,pois será eterna...


WINDLES 2º B

"NEM MELHOR NEM PIOR APENAS DIFERENTE"

A primeira impressão que se tem dela é que, ela é uma menina espontânea, alegre que gosta muito de se divertir, curtir a vida e muito soltinha.
Ela é magra, alta, olhos castanhos escuro, tem cabelos lisos e tingidos, e, é morena.
Ela é uma pessoa verdadeira que não tem medo de dizer a verdade a ninguém, doa a quem doer, tem algumas idéias meia loucas na cabeça, mais é também carinhosa e compreensível.
Bem ela se resume em uma pessoa espontânea, que não é nem melhor nem pior que ninguém, apenas diferente, mais que com seu jeito conquistou a todos.

JAIUANNE 2º B






UMA AMIGA PARA TODAS AS HORAS...

Uma pessoa extrovertida, sincera, amiga e leal. Emana alegria por onde passa. Deixa grande amizades
e encanta a todos,deixando sua marca.
De pele clara,olhos castanho escuros,de baixa estatura,magra,uma amiga que todos gostariam de ter .Cabelos um tom louro escuro,lábios finos.Nos passa tranquilidade. veste-se muito bem,tem um estilo natural que so ela tem.Tem uma energia positiva,gosta muito de músicas de hip-hop.Uma caracteristica maarcante nela é a responsabilidade respeita a todos.E muito juizaada e intelectual.
Um exemplo de pessoa uma ótima amiga,que é e sempre será admirada por tudo e por todos.



EDILMA 2 b.

AMIGA DE VERDADE

... Amiga de verdade
Qualquer pessoa que a conheça sabe que ela é super responsável e que apresenta muita sabedoria.
Ela é de estrutura média, morena clara tem cara de inocência,mais é muito inteligente, é uma pessoa que todos gostariam de ter como amiga com a voz suave ela sabe se expressa.
E muito conhecida por seu jeito de arrumer amizade e de se comunicar com todos .como todos ela tambem tem seus sonhos e merece realizalos
Enfim; uma pessoa com grande coração digna de uma longa e boa amizade.
josefa sabrina bernardo santos
série;2b

SUA INTELIGÊNCIA...


ESSA PESSOA É DAQUELAS QUE DÁ PARA PERCEBER QUE TEM UMA SERIEDADE E MUITA CONFIANÇA DOS SEUS ATOS.
DE ALTA ESTATURA ,MAGRO TEM A IDADE DE 15 ANOS. FALA E SE VESTE COMO QUALQUER PESSOA DE SUA IDADE.
SUA PRINCIPAL CARACTERÍSTICA É A SUA INTELIGÊNCIA E RESPEITO COM AS OUTRAS PESSOAS E TAMBEM SUA FORÇA DE VONTADE DE NUNCA DESISTIR DOS SEUS OBJETIVOS.
É UM VERDADEIRO EXEMPLO PARA OS ESTUDANTES DESSA ESCOLA.

MARCOS ANTONIO
2° B

A NOSSA AMIZADE É ETERNA

A Nossa Amizade é Eterna

A primeira vez que eu vi essa garota pensei : deve ser mais uma de várias que se achar, que quer ser a dona do mundo,mas não , pessoalmente ela é bastante alegre, inteligente e digna com caráter.
Ela é da minha estatura ,corpo escultural tem uma faixa etária igual a minha, seus olhos castanhos transmitiam confiança, uma pessoa que eu conheço o necessário mas parece que nos conhecemos a vida toda. Sua voz é doce como uma suave brisa.
Porém há também horas que ela não está pra conversa, tem momento que ela está feliz , mas instante está triste ;Engraçada, meiga, gentil e sincera...
Uma garota que ficará sempre na minha memória por seu atos e atitudes marcantes na nossa amizade...

Aluno: João Marcos de Jesus Sales
Serie : 2° B

AMIGA DO TEMPO PASSADO

ESSA PESSOA TEM OLHOS CASTANHOS ESCURO NÃO SEI BEM SUA ALTURA, SEUS CABELOS SÃO LISOS E COMPRIDOS. A COR DA SUA PELE É BRANCA.
É UMA PESSOA EXTROVERTIDA, BRINCALHONA. ADORA CULTIVAR VÁRIAS AMIZADES.
ELA É UMA PESSOA ÓTIMA FISICAMENTE. DURANTE ESSE TEMPO COLOCAMOS VÁRIOS APELIDOS UMA NA OUTRA .
SUA QUALIDADE MARAVILHOSA: BOA PESSOA, ADORA DISCUTIR COM O PROFESSOR DE QUIMICA.
EM FEVEREIRO COMPLETAMOS 11ANOS QUE ESTUDAMOS JUNTAS. ESSA PESSOA TEM SUA COR FAVORITA... CURTE MÚSICA, ADORA ESCREVER POEMAS, BATER PAPO COM AS AMIGAS .
WILMA DOS SANTOS BATISTA
SERIE: 2 ANO B

:

NÃO HÁ PALAVRAS SUFICIENTES!!!


Ela é uma pessoa que eu admiro muito por seu belo jeito de ser.

Ela é uma pessoa baixa, magra, cabelos grandes pretos cacheados e é morena clara. Ela é uma pessoa inteligente, carinhosa, pensativa e que muitos querem ter por perto.

No meu ponto de vista geral, ela é uma pessoa compreensiva, que podemos sempre contar a qualquer hora, qualquer momento. Já faz alguns anos que a conheço e durante esses anos pude perceber o grande significado da palavra amizade e pretendo levar essa amizade para o resto da minha vida, espero também que ela nunca mude o seu jeito de ser e que se por acaso isso acontecer que seja para melhor!!!


Juliana Oliveira 2B

EU SOU ASSIM

Sou uma pessoa de bastante equilíbrio em relação aos meus atos praticados e sei que com meu jeito de ser e agir,posso cada vez mais me qualificar para que posso ser uma pessoa bem sucedida na sociedade.
Tenho a pele morena estatura alta também sou pouco forte,possuo cabelos de cor preta, olhos castanhos e muito atentos as coisas que me rodeiam , para completar meu rosto tenho nariz, boca, e orelhas naturalmente normais.
Não sou tão forte fisicamente , mas o tempo irá me desenvolver, minhas pernas e meus braços são longos e compatíveis com o meu tamanho.
Tenho como principais virtudes a tranqüilidade como sei viver, mantendo os pés no chão e não me desesperando nos momentos difíceis . Sou feliz e amo viver, me considero ser inteligente e também intelectual gosto de estar atualizado.
Eu quero viver com muita alegria sem precisar passar por cima dos outros, e principalmente, sem me ferir psicologicamente.

Aluno: José Andrade Pinto Júnior
2ºB

MEU AMIGO IRMÃO!!!!



Qualquer pessoa que o conhecesse ou que o visse,era logo a sentir que ele transmitia serenidade e autoconfiança próprias daqueles que vivem com sabedoria e dignidade.
De baixa estatura,magro,seus olhos castanho-escuros,cabelo liso de cor preta e curto,ele tem 15 anos. Ele é um garoto muito especial,eu o amo demais.
Sua característica mais marcante é,sem dúvida a maneira de como,se entende os problemas pessoais e impessoais. Respeitado pelos amigos e irmãos e preocupado com seu futuro.
Além do mais é um garoto que sempre está de bem com a vida,sempre pronto para o que der e vier,pois sua auto-estima o ergue e deixa-o sempre feliz...



Joycielle Santana Ribeiro-2B

"VOCÊ"



Uma certa vez na escola conheci uma das minhas melhores amigas. Uma garota que gosta muito de conversar, passear e fazer novas amizades.
De baixa estatura, magra, ela tem aproximadamente um metro e cinqüenta de altura.
Seus olhos são pretos, cabelos pretos e curtos. o nariz levemente arrebitado e os lábios grossos, em meio ao rosto arredondado, traçava o perfil de alguém que eu já tinha conhecido a vida inteira. Sempre se veste bem e sua cor preferida é preto.
Ela é uma garota super simpática, brincalhona, carinhosa e compreensiva. Ela é uma pessoa super legal e especial tanto para mim quanto para suas outras amigas.
Você é um verdadeiro exemplo de amiga, ficará para sempre na memória de suas amigas. Portanto, minha amiga eu lhe desejo que Deus ilumine seu caminho e que você seja feliz e alcance seus objetivos.

Josefa Taciane Oliveira Souza
2B

INESQUECIVELMENTE AMIGA

Quando eu a conheci pensei que era uma garota chata,metida,ousada e antipática que queria ser melhor do que os outros.
Meio alta,magra,cabelos loiros transmitia beleza e sinceridade, olhos meio esverdeados, passava confiança, o nariz levantado e os lábios finos,refletiam coragem de encarar a vida.
Uma pessoa humilde,amiga para todas as horas,sempre preocupada em ajudar o próximo.Seu jeito meigo e ousado de ser com certeza é que encanta a todos,o seu grande sonho é concluir os seus estudos,se formar em uma faculdade e conseguir um trabalho digno e prosseguir seu futuro.
Para sempre amiga terá sua marca registrada por onde passou,passa e passará.



Jaquelina Nascimento Andrade
Série:2B

GRANDE AMIGO



Rapaz de pouca movimentação corporal e na maioria das vezes até mental , e também demonstra uma aparência sempre alegre.. Ele é uma pessoa de cabelos compridos, olhos pequenos e puXados, nariz avantajado e alta estatura corporal, anda sempre alegre , dando risada atoa parecendo que ganhou na loteria em uma palavra só posso defini- lo: AMIGO !!



aluno : willian costa dos santos
série : 2º ´´A``

UM DOCE DE PESSOA



Nota-se logo de primeira ... a impressão é de ser uma pessaoa muito gente boa , alegre e super agradável com o seu jeito de ser a cada dia.
Suas caracteristicas são: baixo,magro,cabelo com estilo diferente, de pele clara, olhos de cor clara
Principal caracteristica é que é muito alegre, gosta de dar muita risada , inteligente , brincalhão se relaciona muito com as pessoas , pensa em futebol e também uma pessoa muito otimista. E por fim é uma pessoa que todos querem ter sua amizade que traz alegria para todos .

QUERIDA AMIGA

Pessoa aparentemente delicada,mas com forte poder de persuasão determinada a realizar seus distintos objetivos.


Morena , de olhos castanhos e média estatura, possui uma aparência juvenil como realmente é.


Com suas peculiaridades e sua simpatia é capaz de tirar qualquer mal impressão, amável, como é cativa a todos.


Uma pessoa realmente admirável, de caráter íntegro, e personalidade formidável.







Aluna : Valéria Dias Série: 2º A

UMA PESSOA MUITO QUERIDA

A primeira impressão que passa a quem não a conhece e de uma pessoa tímida e fechada, mas logo que a conhece passa outra impressão totalmente diferente,aspectos de uma pessoa brincalhona,extrovertida,simpática e amiga de todos.
De estatura mediana olhos castanhos,expressão forte de uma pessoa que busca o que quer cabelos castanhos cor de pele morena clara, se veste de maneira discreta mas as vezes um pouco extravagante.
Uma pessoa de bom coração qualidades nobres ajuda a todos a medida de seu alcance, forte corajosa e as vezes muito impulsiva em suas atitudes, mas mesmo com seus defeitos e qualidades a amo muito..
Ela e como uma irmã para mim, um exemplo de ser humano...


Karla Danielly 2°A

SERÁ QUE EXISTE AMIGO OU CONHECIDO???

É uma pessoa bastante querida, primeira impressão que eu tive foi de que era uma pessoa forte, persistente e eu vi que era assim mesmo.
Hoje ele é um dos meus melhores amigos ,já curtimos várias festas ,jogamos bolas juntos,fizemos passeios entre outras coisas.
É uma pessoa com baixa ação emotiva ,seu psicológico é assim por mais que seja difícil ele não perde a postura, sempre tentando melhorar.
Hoje em dia não existe amigo, principalmente em faculdade que é um querendo derrubar o outro.

É meu amigo ou conhecido?


Escola estadual” milton dortas''. Aluno : Lucas Alves de Santana

Série:: 2º´´A``

UMA AMIGA ESPECIAL!!!!

Ela é uma amiga incrível e muito louca,que sabe fazer amizade com todos a sua volta.

Suas qualidades é ser brincalhona,alegre,atenciosa,admirável e amiga pra todas os momentos triste...ou alegres...e sabe tratar as pessoas com muito carinho.

Uma pessoa de cabelos castanhos e meio preto,alta e pele branca.

Enfim, uma pessoa maravilhosa e que ocupa um lugar especial em meu coração.
te adoro amiga!!!


Glecia 2º A

UM EXEMPLO DE PESSOA

Se alguém a visse pessoalmente, teria a impressão de que ela é uma pessoa séria, porém, após um certo tempo logo veria que é bastante extrovertida e bem humorada.
De alta estatura, cabelos lisos e castanhos, pele clara, com 16 anos se considera bastante matura e experiente. Nem magra e nem gorda, forte; com mãos e pés tamanho médio. Sua voz é um tom bastante apreciativo.
Sua característica mais marcante é o seu jeito observador, seu jeito persistente por tudo que se deseja alcançar e não desiste logo na 1º derrota. Às vezes, não sabe lidar com suas próprias emoções, sendo bastante sentimental.
Sempre com um bom humor; adora ter grandes experiências e se dedica ao máximo em tudo o que faz.


Maria Heluiza de Carvalho 2º A

SEMPRE NO MEU CORAÇÃO

Ao vê-la, a primeira impressão que se tem é que é uma pessoa muito séria e tímida, mas depois verá que é muito simpática e extrovertida. Ela é muito prestativa e atenciosa. No começo, nós não nos batíamos muito bem, mas depois de nos conhecermos vimos que o que achávamos uma da outra estava totalmente errado.
Tem mais ou menos 1.65 de altura, seus cabelos são de médio comprimento, ondulados e pretos, seus olhos são castanhos e puxados e ao mesmo tempo cativantes, e usa aparelho.
Quem a olha pode pensar que é apenas uma adolescente de 16 anos como todas as outras, com apenas sonhos bobos, mas na verdade, é uma mulher com determinação o suficiente pra conquistar o que quer, tem força para lutar e conseguir o que deseja.
É meiga, gentil, bondosa, humilde, determinada, inteligente e outras muitas qualidades. Mas não mexa com ela, não, porque você vai ver essa menina com raiva.O nome dela é Natália. Essa menina é e sempre será inesquecível em minha vida.Eu a amo muito é como se fosse minha irmã e estará sempre em meu coração e em minha vida...

Luana Chagas 2”A”

AMIZADE VERDADEIRA

Parece uma pessoa séria, tímida e ao mesmo tempo cativante, com o passar do tempo dos segundos percebe-se que é uma pessoa alegre e divertida.
Tem cabelos castanhos claros com cachos indefinidos, pele clara, olhos castanhos, alta e nariz arrebitado.
Ela tem um temperamento forte, porém extrovertida e com seu jeito de ser conquista à todos.
Amiga para todas as horas com todas as suas características, também com seus defeitos, podemos dizer que ela é uma pessoa sincera e de bom caráter.
Laís 2 “A”

GAROTA ESPECIAL

Pessoa admirável com inúmeras qualidades . Com caráter forte , para enfrentar tudo na vida
De alta estatura , magra , pele clara , olhos escuros que transmite confiança , sinceridade . Rosto arredondado lábios finos , voz doce e delicada , como um campo de rosas , seu andar indica auto confiança.
Uma pessoa que sabe o que quer . Como característica , sinceridade ... Uma pessoa que sabe o que pensa e faz, respeitada por todos. Ingênua, outra característica que á define muito. Pensa por si mesmo e não se importa com que os outros dizem.


Laura Fernanda 2º a

UM AMIGO CONFIÁVEL

Um amigo confiável

Pessoa de boa aparência, capaz de ultrapassar obstáculos e conseguir seus objetivos, sabe contagiar os outros com sua sincera alegria.
De alta estatura, forte, moreno com olhos castanho escuros, vibrantes, rosto comprido, nariz arrebitado seu jeito engraçado transmite um bem estar para todos que com ele convive.
Dentre muitas características a que lhe é mais marcante é a sua capacidade de entrosamento com pessoas diferentes o que faz dele uma pessoa considerada e reconhecida.
Pessoa admirável, capaz de cativar as pessoas com sua encantadora simpatia.

Antonio de Jesus Santana júnior

2º”A”

O RIVAL NO XADREZ

Meu amigo é um jogador de xadrez e tem como objetivo me vencer , por mais que raramente vença, ele tenta, mas ultimamente ele esta me vencendo.
Ele é baixo, pequeno,sem altura,um tampinha, olhos castanhos, cabelo baixo, e pele branca e gosta de rir e cantar rap.
Então, é isso aí, eu e ele vamos pra um torneio de Sergipe na sexta-feira...fui!


ESCOLA MILTON DORTAS
SERIE: 2°"A"
aluno: BRUNO TRINDADE

PESSOA INESQUECÍVEL



Basta você conhecê-la para perceber as tão inúmeras qualidades que ela pode ter. Através dessas qualidades surgem sinceridade e dignidade.
De média estatura, magra ,morena.
Seus olhos castanhos escuros, que transmitem uma certa alegria para todos. Rosto arredondado, lábios carnudos.
Sua voz é dura fala como se fosse uma autoridade.
E gosta de arrocha.
Suas características mais marcantes é com certeza a sinceridade uma pessoa que sabe o que faz. Diz tudo que tem a dizer e não teme a ninguém.
Uma pessoa ingênua que não se importa com que os outros dizem, nem pensem dela.
Uma pessoa que todos irão lembrar, das brincadeiras e das conversas jogadas fora, uma pessoa que confia em si mesmo.

Paulo Thomáz

UMA FRIEND MUITO AMIGA

É uma pessoa muito especial,possui características singelas e puras.
É uma amiga para todas as horas.
é meia atrapalhada e ao mesmo tempo engraçada...
seu cabelo era preto,mas deu a louca de pintá-lo e quase fica loira!
É um pouco responsável...
ou melhor...MUITO!
ela é alta...muito alta...
tem sua pele clara.
ah...ela gosta muito da banda Calypso... :(
E como ninguém é perfeito...
ela também tem seus defeitos(mas não vou dizer,pois vai pegar mal).
mas também possui qualidades inigualáveis.


Mary Alves 2º A

A EXTRAVAGÂNCIA EM PESSOA

A primeira impressão que passa é de uma pessoa alegre, animada e muito louca, amiga de todos sempre está pronta para ajudar o próximo.
Estatura mediana, rosto angelical, corpo de mulher, expressão de uma pessoa lutadora e de que sabe o que quer, olhos pretos, muito fortes, cabelos pretos abaixo do ombro, rosto redondo, olhos puxados, boca e nariz pequeno.
Uma pessoa extremamente extravagante, alegre, e de boa índole, uma pessoa muito marcante.
Ela é muito querida, amiga e gente boa.


Jéssica Matos Cruz 2º A

MINHA MELHOR AMIGA


Qualquer pessoa que a visse através da escola ou pessoalmente já imaginava esta pessoa muito especial.
É magra, tinha a idade muito especial que as pessoas gostariam de ter e de quem precisava de desamparo. Seus olhos são castanhos, transmitem felicidade.
O nariz com características normais e os lábios finos em meio ao rosto arredondado traçavam o perfil de alguém que eu conhecia há muito tempo.
Sua voz é doce, ao mesmo tempo áspera.
Fala e se veste muito bem.

Uma pessoa, extremamente alegre, e de uma boa índole, uma pessoa muito marcante. Ela é muito querida e amiga e gente boa.


Débora Mônica 2° A

O DRAGÃO DO COLÉGIO

Qualquer um que olhar para essa pessoa pode notar que ela não é competente no cargo que exerce. Não procura melhorar o estado do local onde trabalha , é uma daquelas bem insuportáveis.
É uma pessoa de baixa estatura, gorda ,branca ,tem idade de uma avó bem chata , rosto arredondado cabelo pequeno , lábios pequenos.
Sua maior característica é a mania de acusar as pessoas sem ter certeza da acusação, é uma pessoa extremamente perseguidora.
É um grande exemplo de pessoa que ficará para sempre na memória das pessoas como um carrasco.

EU ODEIO ELA ..
Autor: Arlan da silva neves Série: 2º ´´A``

ELA É DEMAIS

A pessoa que eu vou falar é muito especial, amorosa e popular, faz amizade por onde passa e é querida por todos.

Ela é baixa, cabelos longos e pretos, olhos castanhos escuros e sua cor da pele é morena clara.

Essa menina é meiga, calma, carinhosa, divertida e adora fazer novas amizades.

Enfim, é uma pessoa inteligente. adora conversar e sair com as amigas.

Micaelle 2 “A”


AMIGO DE CONFIANÇA

Amigo de confiança


Uma grande rapaz, muito devagar para a maioria das coisas, vive rindo de tudo e de todos não para zombar, bom na maioria das vezes não é .
De alta estatura, forte, de pele branca com olhos castanho escuros, rosto comprido, nariz um pouco grande seu jeito engraçado transmite um bem estar para todos que estão com ele.
O que tenho a dizer dele é que, muita gente entra e sai na nossa vida ao longo dos anos. Mas só os verdadeiros amigos deixam impressões em nossos corações, e voçê deixou, como a maioria dos outros também, valeu muito obrigado por tudo.

Nicolas Maicon dos Santos 2º"A"